Bem amigos do Canal Fofão…

Meu amigo Fofão, ou Mauro – como foi batizado – também entrou na onda dos blogs e escreve que é uma beleza em http://canalfofao.blogspot.com. Seu blog é sobre nosotros, TV, Cinema e a mistura disso tudo.

Que ele é inteligentíssimo, não é novidade. Mas nem sempre as pessoas mega blaster super conseguem se expressar bem… graçasadeus, não é o caso. E é uma delícia ler o que ele escreve. Tou adorando!

Matheus e a KudBier – meu amigo é Mestre Cervejeiro!

Em abril, fui em Beagá pra matar as saudades e aproveitar o Comida di Buteco. Foi quando eu conheci a produção artesanal de cerveja do Matheus e mais 4 amigos. Adorei! Nunca tinha visto a cerveja em seus estágios embrionários. E me achei o máximo por ter um melhor amigo mestre cervejeiro… 😆

 

Em Agosto, eles ganharam um concurso de Cerveja Artesanal na Argentina. E agora não param mais! Já estou doida pra conhecer as novidades. Tem cerveja que ainda não experimentei. E olha que eu sou mesmo é fã da pilsen, mas todas são tão boas…. 

Segue matéria que circulou em Beagá.

 

Estado de Minas, 31 de Agosto de 2008

 

CRIATIVIDADE NO MERCADO

Elian Guimarães

 

A entrada em vigor da Lei Seca, que proíbe que o motorista dirija com teor alcoólico acima de 0,3 miligrama por litro de sangue, provocou uma reviravolta nos serviços de bares e restaurantes. As reclamações pela perda de fregueses deram lugar à criatividade desse ramo de negócios e ampliaram os serviços de entrega em residências.

 

Os serviços de delivery, que tinham como carro-chefe o setor de alimentação, foram ampliados, atendendo ao mercado de bebidas, de acordo com o empresário João Emílio Soares, do Restaurante Germano e da Olegário Express, onde houve um crescimento de 20%.

 

A decisão movimentou também outros setores, como o de motoboys, motoristas que levam os fregueses em casa e até mesmo o atendimento de taxistas. Alguns firmam convênio com bares e restaurantes e oferecem descontos na corrida aos clientes que não abrem mão da bebida alcoólica.

 

Grandes indústrias de bebidas, como a Ambev, planejam lançar em breve o chope sem álcool, uma vez que esse mercado apresentou desaquecimento devido às características do produto, que tem um prazo de validade menor e não é fornecido em garrafas.

 

Há quem optou por produzir a própria cerveja caseira, como é o caso dos engenheiros Cláudio Ribeiro, Roque Santos, Bruno Parreiras, o advogado Matheus Adolfo Gomes Quirino e o empresário Alencar Soares Barbosa. O que começou em janeiro deste ano como brincadeira, cresceu e está virando negócio. Já são sete as variedades de cervejas e a produção é 120 litros por semana. A marca Küd Bier já ganha adeptos e até ganhou um prêmio internacional. A cerveja Kashmir, de fórmula inglesa, da categoria India Pale Ale, recebeu o primeiro lugar entre 41 outras marcas da mesma categoria concorrentes durante o Festival de La Cerveza de Santa Fé, na Argentina.

 

Garrafas de 600ml não-retornáveis produzidas na Küd Bier Artesanal

 Cerveja feita na própria casa

Grupo de amigos, integrantes de uma confraria, fabrica bebida, que é distribuída sob encomenda

Beto Novaes/EM/D.A Press

 

A Lei Seca (Lei 11.705) vem provocando as formas mais criativas para quem não abre mão de uma bebida alcoólica e precisa dirigir. A fabricação de cerveja caseira ganha campo. O que começou com apenas uma boa idéia entre amigos está se transformando em negócios. É o caso dos amigos Matheus Adolfo Gomes Quirino, advogado, Alencar Soares Barbosa, empresário, e os engenheiros Cláudio Ribeiro, Roque Santos e Bruno Parreiras.

 

Amantes da cerveja e integrantes de uma confraria, o grupo decidiu fabricar cerveja própria, depois de participar de uma degustação. Decidiram fazer um curso e aprenderam a classificar os mais variados sabores. Em janeiro deste ano, resolveram abrir a própria fábrica. A marca Küd Bier e o rótulo são criações dos próprios empreendedores. Por enquanto, em fase de experimentação, a bebida não vem sendo comercializada e é distribuída e fabricada, sob encomenda, a familiares e amigos. Até mesmo o teor alcóolico pode ser sugerido: “Houve uma festa em que dois engradados de cerveja com teor alcoólico mais alto embebedaram mais de 50 pessoas”, conta o mestre cervejeiro, Alencar Barbosa.

 

A idéia entusiasmou os familiares dos cinco “aventureiros”, que ganharam geladeiras e alguns equipamentos. Eles investiram R$ 3 mil em fogões industriais, baldes de fermentação, panelas e utensílios e outros R$ 6 mil em insumos (lúpulo, malte e fermento). Estes são os mais caros, porque são importados e vendidos em grande quantidade.

 

CONCURSO Em seis meses, já são sete categorias para os mais variados gostos. Uma delas, a Kashmir, estilo India Pale Ale, venceu o concurso internacional de cervejas caseiras em Santa Fé, na Argentina. Eles fabricam outros seis estilos: da escola belga a Tangerine, estilo Witbier; da escola inglesa – God Save The Queen, estilo Pale Ale e Kashmir; da escola alemã a Smoke On the Water – estilo rauchbier (malte defumado), a Road House Blues – estilo Weiss e a Dark Side of the Moon – doppelbock.

 

O vasilhame é recolhido em duas tradicionais casas noturnas de Belo Horizonte. São garrafas não-retornáveis de 600ml. Os engradados são recolhidos uma vez por semana, as garrafas são lavadas, higienizadas e esterilizadas. São 120 litros da bebida produzidos semanalmente, aos sábados. Do início da fabricação até o ponto de beber, são gastos quatro semanas. Depois de cozinhar os ingredientes, a cerveja leva uma semana fermentando, mais uma de maturação e duas de carbonatação. Não há conservantes e a gaseificação é totalmente natural, com açúcar.

 

O próximo passo é criar uma empresa para comercializá-las. Com a produção atual, uma garrafa seria comercializada hoje a R$ 6. “Por enquanto, estamos participando de vários concursos, porque é uma oportunidade de testar a qualidade das cervejas por meio de especialistas”, explica Matheus.

 

SERVIÇO

Küd Bier – (31) 9329-3031

 

Um bom blog sobre Cerveja Artesanal Mineira – http://acervamineira.blogspot.com/

Chegando em Barcelona…

O voo de Roma (aeroporto de Ciampino) para Barcelona (aeroporto de Girona) foi bem rápido e tranquilo. Nós chegamos de noitão e desta vez, voilá, não foram vendidos bilhetes de ônibus dentro do avião. Chegando em terra, entendemos o porque: só existia uma companhia de ônibus fazendo o trajeto pra Barcelona, por 12 euros… eu e Carol achamos um absurdo e fomos procurar outras alternativas. Quem sabe, rachar um taxi com mais 2 pessoas? Tão tolinhas, nós duas… o taxi era 150 euros. Então tá, vamos de ônibus…

Engraçado é que antes da viagem eu peguei um monte de informações sobre transportes de aeroportos para os centros das cidades onde iríamos. Essas dicas quase que não serviram pra nada, pois os aeroportos bem-servidos de infraestrutura de transporte (metrô, onibus e qq outro meio que vc imaginar) é sempre o aeroporto principal. Como a Ryanair só voa pros aeroportos de segunda grandeza, o jeito era a gente se virar com o que o aeroporto oferecia, e isso era, na maioria das vezes, uma companhia apenas com um preço somente. Onde está a livre concorrência?

Bom…. a saída de Girona foi demorada, e até Barcelona foi mais de 1h de onibus. Chegamos numa estação central de ônibus, mas era mais de 23h, a estação meio deserta… seguimos o fluxo para a estação de Metrô mais próxima, que também já estava quase fechando. Nem senti que estava na cidade que menos dormia na Europa! Saímos do metrô na Praça Catalunha, e procuramos o nosso hostel, que ficava a 100m da Praça. Só foi necessário encontrar a rua… ainda bem que a recepção do Hostel tava funcionando! Ficamos meio receosas de dar com a cara na porta, pois não sabíamos que demoraríamos tanto pra chegar. Foi mais tempo no deslocamento em terra que no ar… 😉

O Hostal Plaza, onde ficamos, não é um hostel recomendável. Ele é antigo, cheira o tempo todo a cigarro. O atendimento foi ok, nada demais, mas achei a estrutura meio mal conservada. Mas, em compensação, é super bem localizado. A Praça Catalunha (como já disse, a 100m do hostal), é ponto de chegada e partida pra tuuuudo. E tem um centro de informações turisticas embaixo da praça (é, embaixo mesmo, vai de escadinha rolante…) onde você não só tem todas as informações necessárias para fazer qualquer coisa em Barcelona, como também tem uma lojinha de souvenires bem lindinha onde você pode achar vários mimos da cidade. O chaveirinho da minha casa que uso hoje eu comprei lá. Foi 1 euro mais caro que quando eu vi na casa de Gaudí e fiquei fazendo doce pra comprar (bem-feito, bem-feito, bem-feito…). Mas nem tudo é mais caro, a Carol achou uns presentinhos lá mais barato que em outros lugares. Ou seja, se não quiser ficar batendo perna procurando souvenir, é um bom lugar pra comprar coisinhas de qualidade. Ponto.

Pagamos uma média de 23 euros por noite, em quarto só pra nós duas, banheiro compartilhado, sem café da manhã. Ao contrário de Roma, onde fomos super mimadas pela Mônica, aqui em Barcelona nos viramos sozinhas, a cada dia vendo uma pessoa diferente na recepção do Hostel e sem afinidade com nenhuma das pessoas encontradas. 😛 Acho que a única coisa que valeu mesmo no Hostal Plaza foi o elevador – até agora, acho que o elevador mais legal que já andei em toda a minha vida, hehe. Ele é antigão e, diferente de todos os elevadores existentes na Europa, esse elevador é suuuuper espaçoso. As portas dele têm maçaneta e você tem que fechar direitinho, senão ele não sobe. Dentro do elevador, dos dois lados, banquinhos de madeira pra sentar. Um luxo! Vejam se não é lindo:

 

Mais de perto, eu voltando as comprinhas feitas no Carrefour das Ramblas:

 

 

E ainda tem mais o que fazer em Dublin…

Alem dos passeios super culturais  jah descritos, conheci o Museu Irlandes de Arqueologia e o de Arte e Cultura. Esse ultimo tinha uma replica de navio viking temporariamente exposto, que em marco iria pra agua pra navegar ateh a Noruega.

navio viking

Tambem fomos na St. Patrick Church e na Christ Church, essa com um sitio arqueologico ao lado de uma igreja bem antiga, de aproximadamente 500anos depois de cristo. A igreja em si ja eh bem antiga e num estilo bem medieval. Gostei das portas laterais, as armacoes de ferro eram tao bonitas…

christ church

Tambem fui contemplada com um jantar irlandes na casa onde a Carol estah hospedada. Comi salmao defumado com pao, um frango com um tempero totalmente diferente que nao identifiquei, e cuzcuz marroquino. Tava tudo bem gostoso. Olha o pessoal ai.

jantar

 




e disse Da Vinci….

“Quando você tiver experimentado o vôo, andará na terra com os olhos voltados para o céu, pois lá você já esteve e para lá desejara retornar”.
Hum… pois é…

Salvador, pra aprender e se divertir! Parte 2

Continuando….

História de Salvador

Pré-História
A Pré-História soteropolitana foi o período mais conturbado da cidade, até que os Tupinambás expulsaram os Homos Erectus da região e iniciou-se a paz, marcada pela invenção mais importante da história baiana: a rede.

Idade Antiga
Melhor perguntar pra Dona Canô.

Idade Média
Em seus Feudos , os Caciques Tupinambás exploravam os camponeses num regime conhecido como vassalagem. Foi a época dos grandes torneios de miserês, piriguetes em perigo e lagartixas. Essa época também foi marcada pela inquisição, que levou à fogueiras milhares de Tupinambás acusados de bruxaria e xamanismo.

Idade moderna
1505 – Os portugueses chegavam trazendo para os índios espelhos, armas de fogo, cavalos, laptops, celulares e ipods, em troca de pau brasil.

1549 – A cidade do São Salvador é fundada e tem seu primeiro Governador: Maurício de Souza. São construídos o Farol da Barra, Elevador Tiago Lacerda, todos os fortes (São Marcelo, Santo Antônio, Saint Seya, São Longuinho, etc…), o Pelourinho, todas as Igrejas (menos a Universal) e o primeiro shopping da cidade: o Mercado de Modelos, onde você pode comprar uma Cicarelli ou uma Ana Hickman.

Idade Contemporânea
O Presidente do Brasil se muda de Salvador para o Rio de Janeiro, levando consigo Caetano Veloso e várias outras celebridades baianas que vão morar na nova capital.

1798 – Nasce ACM
1815- É inventado o Trio elétrico e o carnaval é descoberto
1830- ACM vira imperador da Bahia
1990- Ivete Sangalo lança seu 1º CD
1991- Ivete Sangalo lança seu 2º CD
1992- Ivete Sangalo lança seu 3º CD
1993- Ivete Sangalo lança seu 4º CD
1996- Começam as obras do metrô de Salvador
2004- É lançada em Salvador a primeira música que não é de axé. Nasce então o arrocha.
2005- O arrocha é esquecido
2006- Ivete Sangalo lança seu 17º CD
2090- Ivete Sangalo lança seu 80º CD
2091- O metrô é inaugurado
2092- O metrô entra em greve
2093- Morre em Salvador Ivete Sangalo
2094- Morre em Salvador Dercy Gonçalves (morre?)
3091- Morre ACM e ACM Neto assume o trono.
3099- ACM ressuscita
3666- ACM assume ser o Anti-Cristo (Anti-Cristo Miserável)

(continua…)