Adri, KK e Gaudí em Barcelona (parte 1)

Tudo o que falam de Barcelona e arquitetura é verdade.

Não há como a gente chegar e sair da cidade sem enriquecer nossos conhecimentos sobre arquitetura, mesmo sem querer! Quando você menos espera, pronto, já foi, aprendeu uma coisa nova. Assim como em Roma tropeçávamos em obras lindas do Bernini, em Barcelona a cada esquina uma obra de Gaudí aparecia em nosso caminho. E são lindas! E foram feitas a mais ou menos um século, o que me deixou bastante admirada, pois até para os padrões de hoje são bem ousadas. Bom, não é a toa que as obras de Gaudí fazem parte do Patrimônio Mundial da Unesco!

Bartlo

A primeira visão foi a da Casa Bartlló, aí em cima. Visão mesmo, pois não entramos nesta prédio, que ele reformou no início do século XX.  Como ele era bem perto de nosso hostel, decidimos dar mais uma rodada antes de entrar na casa… o fato de o ingresso custar 16 euros sem direito a meia entrada também pesou nessa decisão. OK, ok, essa não era nossa praxe na viagem (afinal, mais caro foi chegar em Barcelona, agora vai “amarrar mixaria”?).  Mas era cedo, a La Pedrera era ali pertinho, ainda tinha a Sagrada Familia pra conhecer. Então, quando chegamos na La Pedrera, decidimos conhecê-la. Seis euros o ingresso de estudante.

Ticket La Pedrera

A Casa Milá, ou La Pedrera, foi desenhada e construída por Gaudí. Vista de fora, parece uma casa de brinquedo, feita de areia, ou barro, ou qualquer material que permita tantas curvas… Você entra e recebe o audioguide para ouvir tuuudo sobre o edifício e Gaudí. Não sou muito favorável a audioguides, eu e Carol só usávamos quando estava incluso no preço, o que foi o caso. Geralmente eles acabam duplicando o valor do ingresso… 🙂 Bom, olha eu aí viajando no audioguide…

 

LaPedreraAdri1

A visita começa pelo último andar, onde há uma exposição sobre as obras do arquiteto , maquetes de outros prédios, inspirações de Gaudí na natureza e detalhes da construção e dos móveis que depois veríamos in loco. Olha que lindas as saídas de ar e chaminés do prédio. Parecem umas gárgulas, não?

 

LaPedreraChamine

Agora um zoom nas beldades presentes (olha os fonezinhos dos audioguides de novo no pedaço). E a chaminé, toda coberta com mosaico.  Deu pra perceber que em Barcelona pegamos uns dias bem bonitos, né… Friiiios que só, mas sem chuva.

LaPedreraAdriKK

Depois do terraço, entramos nos apartamentos. Foi aí que percebemos o tanto que Gaudí influenciou nosso cotidiano. Ele produziu, na época, vários móveis ergonômicos. E não só móveis, como também fechaduras, portas de correr e várias outras soluções brilhantes! Aqui, eu e Carol visitando o banheiro do apartamento. Uma autofoto que a gente não ocupa 70% do espaço, eheh. Creio que a única de toda a viagem, no fim das contas.

LaPedreraAdriKK2

Aqui é a fachada da La Pedrera. Lembra a Casa Bartló, não é? O estilo dele é esse. Tudo cheio de curvas e sinuosidades. Do alto da minha ignorância em arquitetura, achei tudo dele muito feminino e acolhedor! Com exceção da Sagrada Família, mas aí é uma outra história…

LaPedreraKK

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5 pensamentos sobre “Adri, KK e Gaudí em Barcelona (parte 1)

  1. Depois dessa experiencia com Audio-Guide definitivamente naum faco questao mais disso. Fiquei muito dedicada a ele, naum conversava com Dri pq queria ouvir o que o audi-guide tava me falando, e, na maioria da vezes, tem tudo escrito. Bom, valeu tentar. Mas eu lembro que teve um lugar que a gente foi que seria bom se tivesse, naum lembro onde…
    Ok, Gaudi eh muito bom, mas perdi Miro por causa dele! Sempre fique atenta aos horarios os museus. Dia de domingo eles fecham beeeeem cedo em Barcelona.

    Bjs!!!

  2. Oi, Adriane

    Cheguei aqui através do VnV e tenho acompanhado seus relatos aqui e suas dicas lá no Riq. Vi que vc vai a Praga e isso muito me interessa! Vou acompanhar os preparativos e o relatório depois com muita atenção!
    Diz uma coisa, vi num post antigo que vc usa o guia “O Viajante Independente na Europa”. Ele é realmente legal? Já tentei encontrar, mas está esgotado – próxima edição, em julho. Vale a pena aguardar ou posso substituí-lo por outro? Neste caso, qual sua sugestão? Na verdade, quero mais um livro de dicas de viagens que um de pontos turísticos e itinerários, que isso é fácil (por isso estou esperando ansiosamente o lançamento do livrito do Riq!).
    Obrigada e bons preparativos para o próximo embrarque!

  3. Oi Katy! 🙂

    Vamos trocando idéias, então.

    O “Viajante independente na Europa” está com a minha irmã, e ela tem usado bastante. Ele é legal para quem quer fazer viagens economicas e tem as informações principais de forma resumida. Não é um tijolo de pesado, eu andava com ele pra tudo quanto era lugar. Eu o usei primeiro em 2004 e nessa época ele foi muito útil. Mas não vou negar, para as férias de 2007 minha principal fonte de informação foi a web… imprimi tudo o que eu queria ver e fazer, e à medida que as atrações iam ficando para trás, ia jogando a papelada fora.

    Se vai sair uma nova edição em Julho e vc vai viajar num esquema mochilão depois dessa época, acho que vale esperar. Nele você vai ter dicas de economia de grana que os outros não costumam ter.

    Um bom site para hospedagens baratas é o http://www.hostelworld.com.

    Um site que te ajuda a economizar é o http://www.eurocheapo.com. Veja os comentários que eles fazem sobre cada destino, sempre há dicas de como gastar menos.

    Precisando de algo mais, dá um toque que te ajudo. Viajar é bommm, e ajudando os outros a viajar eu aprendo um bocado.

  4. Oi, Adri

    Também não levo mais guias nas viagens. Só fiz isso na primeira vez na Europa, em 2000. Daí em diante, como você, pesquiso môôito na internet e leio todos os guias que posso. Faço meu roteiro, imprimo programas e dicas mais importantes de cada cidade e levo só isso. É tão bom! Só não vou jogando a papelada fora porque, geralmente, faço alguma anotação ali – tipo, “da próxima vez”, sabe como é? 😉 Mas acho muito legal ler os guias antes da viagem porque sempre tem alguma coisinha a mais pra compor a “bagagem”, né?

    Meu esquema não é mais mochilão. Nada contra, mas é que a vida vai andando, a gente casa, passa dos trinta e chega uma hora em que a gente começa a querer um pouco mais de conforto. O problema é que isso custa um tantinho mais e a freqüência de viagens acaba não sendo a que a gente queria… Por isso, acho que quem tá ainda no gás, tem mais é que aproveitar e muito! Curta muito essas suas viagens! E traga muitas dicas!

    Obrigada pelas dicas e um beijo

  5. Oi Katy! Que bom ‘ver’ vc por aqui de novo, rsrsrs.

    Bom, se mochilar não faz mais parte da sua realidade, hehe, acho que o “Viajante independente” não vai te servir mesmo! Já tem o “1000 lugares para conhecer antes de morrer”, da Patricia Schultz? Achei bem útil! Se souber inglês, melhor comprar a versão original, pois a versão traduzida para o português não tem 1000 lugares! Vc crê?

    Sobre o conforto, acho que depende do tipo de viagem, né… nessa última, foi com minha irmã, então topamos mais flexibilidade na hospedagem, incluindo alguns quartos coletivos (4 pax no máximo), mas não sempre. Quando a viagem é a dois ou em familia, não dá pra encarar esquema ‘hard’ demais…

    Eu anoto todas as minhas impressões de viagem em um caderno, o que me ajuda a escrever aqui mesmo alguns meses depois das férias. Adoro escrever sobre minhas viagens, acaba sendo uma forma mais interativa de compartilhar coisas tão gostosas…

    Apareça quando quiser! 🙂

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