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Através do convite do Alessandro Ayres, do blog Wazari – que adoro ler e usei como referência nas minhas viagens recentes – fui indicada pra participar da blogagem coletiva sugerida pela Claudia Beatriz, do Aprendiz de Viajante. A idéia é muito legal, envolve blogueiros diversos – não só de viagens, mas qualquer assunto – tem regrinhas interessantes que dá pra ver clicando aqui e está rodando o mundo, onde você define os links para cada uma das sete categorias da brincadeira. Aí vão os meus!

1 – O post mais bonito

É a série sobre o Carnaval de 2011, porque retratei praticamente meu carnaval todo, e voltei a blogar. Gosto muito de ler e lembrar!

2 – O post mais popular

Foi o Voando de Ryanair, em 2008, uma época em que as lowcosts estavam bombando. Estava mochilando na Europa com minha irmã e tivemos várias experiências com a cia., e o que eu mais ouvia das pessoas era que não dava pra confiar no preço e na qualidade do site. Daí resolvi retratar o que presenciamos, teve uma repercussão muito boa, e apesar de hoje não ser tão comentado, é ainda um campeão de pageviews.

3 – O post que gerou mais discussão/controvérsia

Foi uma charge do Angeli que publiquei há alguns anos, uma imagem bastante questionadora sobre o Feriado da Consciência Negra e de como ele é desfrutado – ou não. Só que a maioria das pessoas que chega ao link não entende a ironia e acaba escrevendo coisas que sou obrigada a apagar… mas prefiro do que apagar o post. Um dia as pessoas entendem!

4 – O post que ajudou/ajuda mais gente

Os da série sobre a Highway 01, na California. Estivemos lá em 2009, muita gente pergunta, tem dúvidas… e além disso ele é muito visualizado. Foi uma viagem muito legal, primeira vez dos EUA, quebrei muitos tabus, o país é muito interessante e eu tinha uma imagem bem preconceituosa do americano.

5 – O post que o sucesso te surpreendeu

Foi sobre o Dia de Iemanjá de 2009, que passei com uma grande grande grande amiga em Salvador, na praia do Rio Vermelho, e que me traz boas lembranças. Não achei que ele ia fazer o sucesso que faz. E vai chegando o 02 de Fevereiro e ele bomba…

6 – O post que não recebeu a atenção que deveria

Escrevi uma vez sobre como deixar as malas num guarda volumes do Charles de Gaulle porque percebi que muita gente acha que não é mais possível depois do aumento das ameaças terroristas, quando na verdade o serviço existe. Utilizei o serviço, que não é barato, mas é eficiente. Até hoje vejo gente falando que não tem mais como, e sempre mando o link do post, e ele nunca teve lá grandes atenções, rsrs. Paciência, quando eu voltar à França os links estarão lá pra eu consultar, ehehehe.

7 – O post que você tem mais orgulho

Adoro o relato do Dia do Senhor do Bonfim de 2009, quando eu, minha irmã e 2 amigas mais que queridas conseguimos nos reunir para poder fazer o trajeto de 8km pela primeira vez. Foi um dia lindo, aproveitamos muito tudo, terminamos o dia super cansadas e ficou tudo registrado aqui.

Essa análise dos posts acabou se tornando bem interessante, pois percebi que os posts relacionados à Bahia têm bastante procura. É uma oportunidade de apresentar as atrações que eu curto na cidade e da forma que acho interessante de aproveitar a cidade.

Os 7 Blogs que indico

Os 7 blogueiros para dar continuidade à brincadeira – escolhi blogs que curto, têm servido de referência pra viagens futuras, têm se revelado leituras deliciosas, que leio sempre e não são apenas de viagem, como o da Lu Beteson, que tem me deixado com água na boca todas as sextas-feiras! São blogs cujos links eu favorito sempre, alguns escrevem com frequência, outros estão em ritmo slow… Mas todos eu considero que possuem conteúdo relevante!

A participação na brincadeira não é obrigatória, não tem data para acabar, mas sem dúvida é divertido! :)

Rosmarino e outros temperos, da Lu Betenson

Agora vai mesmo, do Arthur

Carpe Diem – Cris Tomasi

Arquivo de Viagens da Luisa

Filigrana, da Majô

Matraqueando – Silvia Oliveira

As peripécias de uma flor, de Gardênia Rogatto

Como bom cicerone, o Klaus nos pegou no aeroporto e nos levou direto para uma cervejaria, a Augustiner Brau. Segundo ele, a preferida dos moradores da cidade, menos turística que outras muito conhecidas, como a Hobfbrauhaus. A Augustiner é a cervejaria mais antiga da cidade, tendo o início de suas atividades documentadas de 1328 (extraoficialmente, dizem que foi até antes). Ou seja, eles fabricam cerveja muito antes do Brasil pensar em ser um país! :-P

Um brinde a séculos aperfeiçoando a cerveja!

O prédio onde hoje fica o restaurante tem aproximadamente 200 anos, e ainda funciona como fábrica. A comida é típica da Bavária: marrecos, pernis, bolas de batata (o nome dessas bolinhas é kartoffelkloesse. Melhor chamar de bolinha, né?). Caetano pediu uma porção de pernil que tranquilamente alimentaria a nós dois.

Pratinho simples pedido por Caetano

E você acha que eu não tinha pedido também um prato para mim? Pois eu tinha. E era um prato enorme. Fui buscar no cardápio algo que poderia ser traduzido como  “tudo e mais alguma coisa da Bavária”, e veio uma panelinha com duas salsichas, uma fatia de pernil, uma coxa de marreco, uma bola de batata… e acho que era isso. Comida para uma semana, em uma panelinha na minha frente! É claro que não dei conta, mas pelo menos experimentei um pouquinho de cada coisa.

Viu? Quando eu disse que veio numa panela até a mesa, eu não estava brincando...

No caminho para os banheiros, eis que você encontra uma divisória de vidro e, do outro lado, um estábulo. Dali você pode admirar os cavalos que puxam a carroça da Augustiner na abertura da Oktoberfest. Sim, há um desfile de carroças no primeiro dia, e cada cervejaria sai com uma carroça toda adornada, puxada por seus melhores cavalos. Diferente, né? Pois é, então essa visão no caminho pro toilette na verdade é motivo de orgulho pra todos no recinto. Achei bem curioso e peculiar!

Super bem tratados - os cavalos das charretes da Augustiner Brau

Adorei começar nossa visita a Munique já visitando uma cervejaria. Ela estava bem cheia, mas com poucos turistas. Tem cardápio em inglês. E uma lojinha com souvenires, caso quiséssemos levar uma lembrancinha pra casa. Recomendo, com certeza!

Links interessantes:

Site da Augustiner Brau

Site da Hofbrauhaus

Site Oficial de Turismo na Alemanha – em português

Portal Oficial de Munique e Região da Bavária

Site Oficial da Oktoberfest de Munique

Aplicativos que me auxiliaram em minha viagem a Munique:

Munich Guide – Lonely Planet (aproveitei uma promoção e baixei free)

Munich City Guide – gratis. (app sobre Munique recomendado no site da Oktoberfest. Tem todas as atrações da cidade e infos sobre o evento).

Oktoberfest.de – gratis – A maior parte das informações está em alemão (idioma que eu não falo). Mas achei útil porque tem uma webcam mostrando a festa, ao vivo.  Tem informações sobre todas as tendas, e a capacidade das mesmas, no momento. É só jogar o texto no aplicativo do google translator, caso precise.

Munich City Walks – Self-guided Walking Tours Lite – Esse app dá uma idéia do que há pra ver na cidade e traz informações sobre pontos turisticos, mas nada muito aprofundado. Acho legal para me orientar, sempre baixo a versão lite (free) das cidades onde vou.

*Esta viagem foi feita em Setembro/Outubro de 2010. Estivemos em Munique, Schwangau, Neuschwanstein, Rothemburg ob der Tauber e Berlim. Fizemos este circuito em 12 dias.

Até o momento, parece que vai acabar me levando até Buenos Aires….

Bom…Esta semana a blogosfera viajante e a twitosfera enlouqueceu com a blogagem coletiva proposta por viajantes e tuiteiras inveteradas: A Claudia Beatriz, a Carina, a Natalie, a Patricia Camargo, a Marcie e a Carmem.

Peguei carona e contribuí com a blogagem, quase achando que não ia conseguir, mas eis que às 23h do dia 19/07 publiquei meu post – e foi uma delícia participar da blogagem e viajar na viagem de tanta gente.

O Riq Freire deu mais um gás nas page views de todo o mundo também noticiando a blogagem no Viaje na Viagem – e eu passei os últimos dias viajando por blogs nunca dantes navegados, e outros que já tinha um tempão que não visitava. Assinei vários feeds e inscrevi meu email em alguns outros que ainda não estavam na minha listinha. Como é bom ver a comunidade viajante compartilhando tanta informação!

Consolidando a blogagem, o Fred do Sundaycooks fez um compilação dos destinos . São análises bem interessantes e podem até ajudar a programar algumas viagens – um exemplo? Bruxelas vai precisar de um bom relações públicas pra fazer essa turma passar mais que um dia na cidade, não é não? Achei que Genebra e Zurique também ficaram meio mal na fita. Em compensação, as cidades da Ásia apareceram em tantas listas que aguçaram minha curiosidade. E o Quênia, minha gente? A Carina declarou uma paixão ao Quênia que no mínimo vai me fazer ler com mais atenção tudo sobre o país. Não é interessante, tudo isso?

Depois de tanta leitura, resolvi dar uma atualizada na minha wishlist de viagens dentro e fora do Brasil (sem consultar a cara-metade, olha o perigo…). Sei lá quando vou poder visitar todos esses lugares, pois além destes tem todos os que também quero rever, mas a listinha é o primeiro passo para por em prática o Método Big Brother de Decidir Viagens, né?

É claro que a lista não está completa, nem nunca estará. E vai ficar sempre numa página a parte, para ser constantemente atualizada. Mas começo por aqui:

LISTA MUNDO

  1. Africa do Sul – Cidade do Cabo, Kruger Park
  2. Argentina – Ushuaia, Patagônia, Bariloche.
  3. Austria – Viena
  4. Australia – Sidney
  5. Bolivia – Salar do Uyuni
  6. Camboja
  7. Chile – Atacama
  8. Cingapura
  9. Colômbia – Cartagena
  10. Costa Rica
  11. Escócia – Edimburgo
  12. Espanha – Sevilha, Escorial, Segóvia
  13. EUA – San Antonio, TX; Grand Canyon; New Orleans; Yellowstone
  14. EUA- Havaí (tem que botar à parte, né… logisticamente, fica melhor)
  15. França – Estrasburgo, Mont St. Michel, Reims, Vale do Loire
  16. Hungria – Budapeste
  17. Italia – Taormina, Siena, Pienza, Arezzo
  18. Inglaterra – Bath
  19. México – Riviera Maia, Cidade do México, Tulum
  20. Nova Zelândia
  21. Portugal – Porto, Douro, Ilha da Madâira
  22. St. Marteen/St. Barth
  23. Tailândia
  24. Turquia – Istambul
  25. Uruguai – Montevidéu e Colonia de Sacramento

LISTA BRASIL

  1. Belém do Pará
  2. Boipeba
  3. Bonito
  4. Búzios
  5. Fernando de Noronha
  6. Foz do Iguaçu
  7. Ilhabela
  8. Jeri
  9. Lençóis Maranhenses
  10. Maraú
  11. Paraty

Tem alguns eventos que acontecem em lugares do mundo que eu tenho muita vontade de participar. Entram numa lista a parte, pois eles podem, inclusive, tornar o destino totalmente diferente de uma visita fora da data do evento. Visitar o Rio durante o Reveillón ou Salvador durante o Carnaval não é a mesma coisa de visitar em outras épocas do ano.

Pois bem, é outra listinha dinâmica, que separo pelo mês em que acontece:

Janeiro – até agora, nenhum evento listado!

Fevereiro – Carnavais – de Olinda, Nova Orleans, Veneza, Rio de Janeiro. // Vindima em Bento Gonçalves

Março – Vendima em Mendoza // St. Patrick’s Day em Dublin

Abril…. nada ainda…

Maio – Assistir a partidas de Tenis em Roland Garros, Paris!

Junho – Assistir a partidas de Tenis do Torneio de Wimbledon, em… Wimbledon! :-P

Julho – Participar como voluntária em uma Olimpíada fora do meu país // Assistir a vários jogos de uma Copa do Mundo // Assistir o Palio di Siena

Agosto

Setembro – Voltar à Oktoberfest em Munique com uma turma de amigos

Outubro… Novembro

Dezembro – Ir ao Hogmanay na Escócia // Participar de um Reveillon em Copacabana // Ver o Ano Novo nascer em Sidney, Australia

As fotos deste post são de Isle sur la Sorgue, cidade gracinha na Provence que tem uma feira imperdível aos domingos, e está no topo da lista dos lugares pra onde a minha cara-metade quer voltar.

Estar em Munique, em tempos de Oktoberfest, é topar, em qualquer lugar, com turmas animadas de músicos e dançarinos que espalham a cultura da Baviera aos quatro ventos.

Em nosso voo para a cidade, partindo de Lisboa, estávamos acompanhados de uma turma dessas (foto acima explicada?), que estava por lá para dar aos portugueses uma ‘amostra’ do que era a festa. Acredito, inclusive, que isso deva acontecer antes e durante o período da Oktoberfest em toda a Europa, para promover o evento.

Fomos a Munique em Setembro de 2010, e lá ficamos por apenas 3 dias, antes de pegar a Rota Romântica, passando por Schwangau, próximo ao Castelo de Neuschwanstein, e Rothemburg Ob der Tauber, terminando em Berlim.

Apesar do pouco tempo em Munique, aproveitamos muito a nossa estadia, devido a uma amizade feita há alguns anos através do Hospitality Club, onde eu conheci o Klaus. Pois ele gentilmente nos hospedou e nos apresentou a cidade. E nos recebeu como manda a ocasião!

Embolada na mão direita, uma canga com a bandeira do Brasil, que ele abanou na nossa chegada. Recepção super calorosa!

Tá vendo os coraçõezinhos pendurados no pescoço? São feitos de uma massa que lembra pão de mel, só que mais seco. Pode durar até 2 anos (na Alemanha. Em Salvador, durou 3 meses, devido a umidade do ar).  Pois eles fazem parte do kit de boas-vindas. Recebi o coração de Klaus, e Caetano recebeu o coração de Barbara. Achei muito simpático!

E carregamos o nosso no pescoço durante todo o dia. É como se fosse um selo de que você é um visitante e que está sendo (bem) ciceroneado na terra. Adorei!

E, claro, conhecer um lugar com a assessoria de um local faz toda a diferença. Imagina conhecer um evento gigante como a Oktoberfest… conhecedora do Carnaval de Salvador, entendo bem o valor de um cicerone!

Links legais para começar a viagem à Alemanha e a Munique:

Site oficial de Turismo da Alemanha

Portal Oficial de Munique e Região da Bavária

Site Oficial da Oktoberfest de Munique

*Esta viagem foi feita em Setembro/Outubro de 2010. Estivemos em Munique, Schwangau, Neuschwanstein, Rothemburg ob der Tauber e Berlim. Fizemos este circuito em 12 dias.
Toscana

San Gimignano - volto, com muito prazer!

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

Entrei na rabeira, acompanhando uns tweets das #trips queridas, e correndo contra o tempo pra também compartilhar minha listinha, aos 40 minutos do segundo tempo!

Paro pra pensar nos destinos que quero rever e o primeiro lugar que me vem à cabeça é sempre a Toscana. É o destino perfeito: tem história, tem gastronomia, tem vinhos, tem natureza, tem arte, tem pessoas interessantes. Não há como se perder na Toscana, você está é se encontrando sempre.

Mas a lista é dinâmica, claro. Havia um tempo em que Roma era a cidade que eu conhecia que eu mais gostava, e queria voltar sempre. Três viagens a Roma depois, acho que consigo ficar um tempinho sem aparecer de novo por lá (se bem que agora abriram os subterrâneos do Coliseu!…).

Tudo vai variar de acordo com as oportunidades, mas no geral não acredito que exista uma cidade que não mereça uma segunda visita. O limbo entre as que eu quero revisitar e as que já “tiquei” da lista contém um número enorme de lugares que, estando no caminho, adoraria rever, mas que certamente não seriam o ponto principal de uma programação.

Considerando destinos como um todo (cidades, regiões, países), a minha listinha fica assim:

Umas com tanto – lugares que revisitaria, com prazer!

A região da Toscana
Rio de Janeiro
São Paulo (adoro!)
Roma (mas vai demorar)
Paris (presente em todas as listas, provavelmente)
Munique
Berlim
Mendoza (e todas as cidades em regiões produtoras de vinho)
Londres
Atenas
Veneza
Cinque Terre
New York
Washington DC
San Francisco
Toda a região da Provence
Disney conta? :-P

Viu-tá-visto
Santiago
Buenos Aires (vão me matar por essa)

Bruges

Lima
La Paz (mas preciso voltar. A viagem foi interrompida)
Los Angeles
Las Vegas
Miami
Praga
Gramado/Canela
Versailles

Veja aqui a lista de blogs participantes e viaje na viagem desse povo.

Valeu compartilhar, meninas, adorei a brincadeira!

Blogs que participam dessa Blogagem Coletiva:

Abrindo o Bico

Agora Vai Mesmo

Aprendiz de Viajante

Big Trip

Boa Viagem

Caderninho da Tia Helô

Colagem

Cristomasi

Croissant-Land

De uns tempos pra cá

De volta outra vez

Dicas e Roteiros de Viagens

Dividindo a Bagagem

Donde Ando? Por aí.

Dri Everywhere

Filigrana

Flashes por Si

Guardando Memórias

Inquietos Blog

Jr Viajando

Liliane Ferrari

Ladyrasta

Mi Blogito

Mala de Rodinhas e Necessaire

Mauoscar

Mikix 

Olhando o Mundo

O que eu fiz nas Férias

Pela Estrada Afora

Pelo Mundo

Psiulândia

Rezinha Por aí

Rosmarino e Outros Temperos

Sambalelê

Senzatia

Sunday Cooks

Turomaquia 

Uma malla pelo mundo

Viagem pelo Mundo

Viaggiando

Viajar e Pensar

Viagem e Viagens

Veneza

Nossa Veneza – um lugar bem longe das hordas de turistas que cruzam a ponte Rialto

E sem fotos, que é pra preservar a minha imagem. :-)

Sempre que dá, aproveito a terça fazendo absolutamente nada, e só vou pra rua de noitão, pra ver os últimos blocos saírem ou para sair no Voa voa e só chegar em casa na manhã da quarta de cinzas.

Obviamente, não são programas em que eu recomende levar máquina fotográfica, é muita gente por metro quadrado e muita animação. Além dos oportunistas na rua, você pode acabar perdendo a máquina num pula-empurra qualquer.

Mas é um programa que adoro. A região que mais gosto é em frente ao Farol da Barra, ali no gramado do Farol mesmo. Há um desnível que acaba funcionando como proteção natural, além da fileira de vendedores ambulantes na frente. Acha que fica longe? Fica não. Dá pra ver tudinho, e, se a vontade for muita, ir até pertinho do trio dar uma puladinha também. Há também banheiros químicos ao lado do Farol, então a infra está completa.  :-P

Termino o relato de Carnaval recomendando um passeio pelos videos do Canal do Youtube do Carnaval de Salvador 2011, pra ter uma amostra da festa e pela absoluta falta de fotos da terça feira pra postar. E veja, também,  o sonzinho bom da Banda Eva:

Em 2012 tem mais…

Segunda-feira foi dia de buscar uma programação fora dos circuitões Barra-Ondina e Avenida (Campo Grande). Fomos passear no Pelourinho e curtir as marchinhas e o clima de um carnaval de outra época.

A idéia era dar uma passeada para depois pegar carona num bloco no Pelourinho que virou sensação já no seu segundo ano na rua: O Bloquinho, de Jau. A proposta do Bloquinho é percorrer as ruas do Pelourinho com uma banda de sopro e percussão. Notícias da programação do Bloquinho 2011 aqui e aqui.

Não levei muita fé no cumprimento do horário da concentração do Bloco, que prometia sair da Praça da Sé às 15h30min. Baseada na pontualidade desse tipo de organização e na temperatura do verão de Salvador, me programei (e levei meus convidados a reboque) para sair de casa uma hora depois.

Resultado: ao chegarmos no Pelourinho, não vimos o Bloquinho passar, e chegamos bem na hora que os foliões chegavam no ponto final do cortejo, o Largo Teresa Batista.

E ainda por cima a máquina fotográfica deu pane – só consegui tirar a foto que encabeça o post, e mal encontrei fotos decentes na web para trazer pra cá… mas achei o cartaz de divulgação, bonitinho.

OBloquinho2011

Entramos no Largo Teresa Batista, onde aconteceu o show, devidamente paramentados com nosso pedaço de pano (não é camisa, não é abadá. É um corte de pano, mesmo!) e alguns minutos depois começou o show. Fiquei um pouco decepcionada, pois eu esperava que o show fosse continuar com o ritmo das marchinhas de carnaval (que havíamos perdido, chegando atrasados). Na verdade, era o show com o repertório já conhecido de Jau – e do jeito que a platéia reagia de forma entusiasmada, só eu é que não sabia disso, rsrs.

Jau carrega uma legião de fãs bem animados, e o lugar estava bem cheio. Apesar de gostar do show de Jau, não era bem o que estávamos procurando. Ficamos menos de uma hora e saímos pra caçar diversão em outro canto da cidade.

Mas o show era tão concorrido que na saída ainda fomos abordados por duas meninas, que ofereceram R$50 em cada acesso (o tal pano) nosso. E compramos por R$80! Vendemos, pra diminuir o preju.

De lá, a Thaís e o Fabrício, nossos incansáveis hóspedes, foram pro circuito da Barra,  que estava só começando. E eu e Caetano, cansados de guerra, fomos pra casa.

Quem quiser sair no Bloquinho em 2012, tem que se programar, comprando com antecedência na Central do Carnaval. Como o espaço é pequeno, os ingressos se esgotam alguns dias antes da folia de Momo. Não deixe para trocar o ingresso pelo pano no dia (como eu fiz), é muito complicado – melhor trocar um dia antes.  Recomendo demais o esquema pra quem quer fugir do axé e curtir uma farra carnavalesca longe do público teen.

Aqui, um video que achei no Youtube que resume o dia do Bloquinho:

Para quem conhece o Carnaval de Salvador, o termo “domingo light na Praça Castro Alves” não faz o menor sentido, pois é um local agitado, apertado, e de onde vêm trios de duas direções (Av. Sete e Pelourinho) .  Mas é também um local emblemático, onde ocorrem grandes encontros de artistas, onde os trios “dobram o Sulacap” (prédio da Sulamérica Capitalização que fica na esquina) pra poder subir a Av. Carlos Gomes, onde há uma quase que obrigatória parada técnica por ser um local de grande aglomeração de gente  – uma arena perfeita para todos os artistas em cima de um trio elétrico. Resumindo: é uma área cheia à beça!

Praça Castro Alvees

A Praça Castro Alves é do povo...


Mas qualquer pobre mortal que não queira se submeter a todo o aperto pode, sim, curtir o movimento na Praça Castro Alves – basta escolher o Camarote do Ilê como ponto de apoio, que está em excelente localização: ao lado da Praça Castro Alves, no encontro da Avenida Sete com a Av. Carlos Gomes… bem em frente ao tal Ed. Sulacap! Não há localização melhor no Circuito Avenida!

Trio da Claudia Leite 'dobrando o Sulacap', em bom baianês

E o esquema é mega vip. Você não tem que enfrentar um mar de gente pra chegar ao Camarote.  Basta ir de carro ou pegar um taxi até o Comércio e parar ao pé da Ladeira da Montanha.  De lá, saem vans exclusivas para os que estão com a camisa-acesso – estas vans estão ali tão e somente para subir e descer a Ladeira, te deixando ou pegando praticamente na porta do Camarote.

Com esse acesso super facilitado, é um camarote muito procurado por famílias, inclusive com crianças, para curtir o Carnaval do Centro, que começa mais cedo (e termina tão tarde quanto o da Barra!). Não é esquema pra baladeiros, não. A freqüência aqui é dominada por grupos de amigos,  casais, famílias. Não, não tem boite, e sim um grupo de samba (dos bons!) que toca sempre que há intervalo entre um trio e outro.

O esquema não é all inclusive – há bares com petiscos, bebidas, e um caixa, onde você paga o que vai consumir. Eu não estava bebendo, mas a banca de caipiroskas era muito tentadora!

E por estar em local super privilegiado, de frente pra Baía de Todos os Santos, você ainda pode curtir esse visualzão, quando estiver em algum intervalo entre trios.

Há um espaço onde você pode comprar peças produzidas pelas Oficinas artesanais do Ilê e também fazer um visual afro.

Turbante-express

E quando você acha que já é hora de ir embora, o sol já se foi, os melhores blocos já passaram… é agraciado com a banda do Ilê, que toca os sucessos do bloco – no domingo, eles tocaram por mais de uma hora.

Depois do show, saímos do camarote, entramos na van pra descer a Ladeira da Montanha e pegamos um taxi que já estava no pé da Ladeira, justamente no aguardo dos foliões desejosos de descanso.

E meus hóspedes ainda arranjaram energia pra descer pra Barra e curtir o outro circuito!

Em 2011, as camisas para o Camarote do Ilê estavam R$160,00 por dia. Entre os serviços disponíveis, além do transporte de van (gratuito) também havia massoterapia, lojinha de artesanato e visual afro, por preços bem atraentes.  De comes e bebes (pagos por consumo) – água, cerveja, refris, sucos, energéticos, roskas; churrasquinhos, crepes, abarás e acarajés.

Ano que vem, tou lá de novo!

Desde 2008, virou tradição: sábado de Carnaval é dia de ir ao Bairro da Liberdade, maior bairro de população negra do país, pra ver a saída do Ilê Aiyê, um dos principais blocos afro da Bahia.  Chegamos pela Avenida Lima e Silva, deixamos o carro e descemos a pé a Ladeira do Curuzu, pra subi-la novamente durante a noite, acompanhando o Ilê.

Ponto de partida e chegada: descer, pra depois subir, o Curuzu

Inclusive, foi justamente nesse dia que eu conheci o meu guru de viagens, o Riq Freire. Ir ao Ilê no sábado era algo que eu estava adiando há anos, e quando ele veio para o último périplo de Carnaval em Salvador, resolvi quitar essa dívida comigo mesma e de quebra ciceronear meu guru no evento! Foi pura emoção! ;-)

Pois eu e Caê já estamos na nossa quarta saída consecutiva no Ilê, cada ano levando gente diferente e com novas experiências. Nenhuma saída é igual a outra. Esse ano, além da Thais e do Fabricio que estavam lá em casa no Carnaval, a @syferrari nos acompanhou no périplo. Encontramos com ela em frente à antiga casa de Mãe Hilda, falecida em 2010, fundadora do Ilê com seu filho, Vovô do Ilê.

Aglomeração em frente à Casa de Mãe Hilda - dentro da casa, amigos do bloco, políticos, artistas.

Ela tava lá bem faceira, tomando uma cervejinha no bar que tem colado à casa. É ali que tudo começa: os percussionistas e seus tambores descem para receber a benção da mãe-de-santo, e o público em geral fica por ali para assistir a cerimônia e ser abençoado também, com banho de pipoca e  milho branco e ver a revoada de pombas brancas que são soltas ao fim da cerimônia.

Coisas do Carnaval: papo entre "Mulher Maravilha" e Mulher Maravilhosa!

E enquanto a cerimônia não começa, a gente fica ali, meio apertado, é verdade, observando o movimento, os tipos, os sotaques, os idiomas.

E eis que de repente começam a descer os tambores.  Acompanhamos a cerimônia, que é muito emocionante.  Todos cantam juntos músicas do candomblé e são saudados pelo Ilê. Depois é hora da percussão subir e o bloco se arrumar para sair pelas ruas da Liberdade.

Sim, costuma ser um pouquinho apertado!

De dentro da sede do Ilê, acompanhamos as arrumações. A banda, do alto do caminhão, vai cantando e dando as orientações para arrumação da corda, dos foliões, dos tambores.

Ao nosso lado, a Deusa do Ébano 2011, de dourado. Linda!

Esse ano, o Ilê homenageou a herança negra de Minas. Me deu um orgulho danado.

Subimos a ladeira do Curuzu, até chegar mais uma vez à esquina da Estrada da Liberdade. Mais um sábado de Carnaval está completo! Já nosso Carnaval, estava apenas na metade.

Mais sobre o Ilê no Carnaval:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%AA_Aiy%C3%AA

http://www.cultura.gov.br/site/2011/03/07/ile-aiye/

E esse video sobre a saida no canal Carnaval2011 no Youtube:

Exatos R$483,00, sem o café da manhã. Que tal?

Essa foto eu tirei no domingo de Carnaval deste ano, passando em frente ao Ibis do Rio Vermelho (aliás, até agora o único Ibis numa cidade desse tamanho…).

Acredito que ainda tinham vagas…

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