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A 17-mile drive é a melhor e mais bonita opção para sair de Carmel em direção a Monterey.

Na verdade, acho que mesmo que alguém não esteja em  Carmel, é um dos melhores e mais lindos passeios para fazer na região e que vale a pequena volta.

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Essa rodovia e parque ecológico faz parte da Península de Monterey e na verdade fica dentro de uma espécie de condomínio fechado, com clubes de golfe – o Pebble’s Beach, famosos entre os que curtem o esporte – e mansões. Você paga US$10 para poder entrar no parque e passear o tempo que desejar.

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A região não tem o clima dos mais amenos para banhos de mar. Como podem perceber, costuma ventar um pouquinho.

Na entrada, você recebe um mapinha muito bem sinalizado com as indicações das atrações que você pode encontrar no parque. Toda a região é muito bem sinalizada, não há como perder as atrações que vc deseja ver.

A estrada tem varios pontos de interesse marcados no mapa

Gostamos muito das árvores…..  a área da Ghost Tree e da Crocker Grove, que tenho certeza que é uma floresta mágica e que essas árvores andam à noite.

Quem deve morar aqui

Lá também está o Lone Cypress, ou Cipreste Solitário, árvore de mais de 250 anos e símbolo do local e um dos marcos do Estado da Califórnia. Você já deve ter visto essa arvore por aí, ela é uma das mais fotografadas do mundo. Fiz a minha parte para as estatísticas e fotografei também. :-P

O Lone Cypress eh um dos simbolos da california

Por ser uma área protegida ambientalmente, há muitos exemplares da vida silvestre e marinha para serem admirados.  Alguns são totalmente desavergonhados, como as gaivotas e os esquilos, que são constantemente alimentados pelos turistas – apesar de que isso não é recomendado pelo parque. E há também os….

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um pouco mais de zoom vai bem…

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?!?!?!?!?!

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Bom… e há também as centenas de leões marinhos e focas que curtem o pouco sol nas pedras da região. Não me lembro bem que dia era esse, mas pela quantidade de frequentadores, acho que era domingo!

O passeio foi muuuito agradável (obrigada mil vezes e algumas mais, Euniceee!), mas tínhamos que seguir. Próxima parada, Aquário da Baía de Monterey….

Para saber mais:
http://www.seemonterey.com/17-mile-drive
http://en.wikipedia.org/wiki/17-Mile_Drive

http://www.pebblebeach.com/page.asp?pageName=_17_Mile_Home

Carmel – ou Carmel-by-the-sea – foi uma parada estratégica que arranjamos em nosso trajeto Los Angeles – San Francisco. É uma cidadezinha muito frequentada pela galera mais abastada da região para veraneio – fica a apenas 150km de San Francisco, e bem próximo a Monterrey. São aproximadamente 5mil habitantes, ruas arborizadas, lojinhas elegantes, caros e de excelente gosto e restaurantes bem legais.

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A vila fica à beira-mar (Carmel-by-the-sea, né… ) e a praia é até frequentada pelos moradores e visitantes, mas não por esta mineiro-baiana que vos fala. Em abril, as temperaturas estavam em torno de 12-14°C. Soubemos pelos moradores que as temperaturas raramente ultrapassam os 22°C! Muito friiiiio! E preciso confessar: pra vermos o por-do-sol (o tal do post anterior), ficamos esperando dentro do carro!

Nos hospedamos no Normandy Inn, na foto aí embaixo, uma pousadinha muuuito legal que fica a 5 quadras da praia. Suas diárias começam na faixa dos US$100,00 (já com impostos), com café da manhã. Há aquecimento interno e até lareira, se vc quiser. No fim da tarde, antes de programar onde vai jantar, você pode fazer uma horinha na recepção e tomar um chazinho ou um licor da região com biscoitinhos, uma cortesia da pousada. Eu adoro esses mimos… :-P

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À noite demos umas voltinhas na vila – a maior parte do tempo, de carro, pois não estávamos preparado para o clima de dezembro que encontramos na cidade em pleno abril. Se você for com a intenção de jantar em algum lugar específico, é bom fazer reserva, pois os restaurantes são em sua maioria bem pequenos. Nós rodamos um pouquinho mais do que previmos para achar um restaurante do jeito que queríamo. Pra minha sorte (?!?) as lojinhas fecham cedo e não havia muitos lugares para passear à noite, e fomos logo para o restaurante -  acabamos encontrando o French Poodle, que adoramos.

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Coincidentemente, a dona é brasileira, a Ana Maria. Muito simpática e cheia de dicas estratégicas, seria uma ótima fonte de informação se ficássemos mais tempo na vila. Mas no dia seguinte tínhamos que seguir para Monterey… San Francisco… porque raios viajamos com a agenda tão apertada, né?

Sites legais pra pesquisa:

http://www.carmelcalifornia.com

http://www.carmel.com/

Nem sei se o termo mais apropriado é ‘viaje’ ou ‘passeie’…

Highway01

O nome completo é California State Route 1, popularmente conhecida como Highway 01, ou H1. Obviamente, ela não é a opção mais rápida, mas é uma das estradas mais bonitas e famosas dos Estados Unidos. E pegamos um trecho bem legal, saindo de Santa Monica, parando em Carmel-by-the-sea para dormir e chegando em San Francisco no dia seguinte.

A estrada é pra ser percorrida sem horário pra chegar ao destino – levamos mais de 6 horas para fazer os primeiros 350km, em parte por causa das curvas da estrada, outra parte porque não resistíamos a nenhum mirante pelo caminho. Todos entregam para você vistas maravilhosas, valendo a pena cada minuto de atraso da viagem! Fora os inúmeros motoqueiros em Harley Davidsons de babar que você encontra todo o tempo na estrada. Era só eu ver um deles que a música do Steppenwolf brotava em minha mente: “Born to be wild…“. Tá, é sim, mega clichê, mas é verdade, oras. Igual trilha sonora de novela: o cara aparecia, a música vinha junto.

Neste trecho que fizemos, há vários pontos interessantes que poderão contribuir para qualquer ser humano minimamente curioso chegar mais tarde ao destino final:

Em Malibu tem o Getty Villa, uma das antigas casas do milionário do petróleo Paul Getty e parte do Getty Trust;

Perto de Santa Barbara fica o Vale de Santa Ynez, famoso pelas suas vinícolas, principalmente depois do filme Sideways – Entre umas e outras. Vai um vinhozinho aí? É praqueles lados que também fica o rancho Neverland, que talvez agora passe a ser ponto de peregrinação, como aconteceu com a Mansão Graceland do Elvis, em Memphis, Tenessee;

Também pode visitar o Hearst Castle, mega mansão construída pelo milionário William Hearst, dono de um império de comunicações nos EUA (vai assistir Cidadão Kane que você entenderá do que eu estou falando…);

Além de ir parando nos tais famosos mirantes pela estrada, pra poder ficar embasbacado com o cenário deslumbrante e até interagir com a fauna local.

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Chegamos em Carmel no fim do dia, e só deu tempo de deixarmos as coisas na pousada e corrermos para o lado da praia, a tempo de pegar o por-do-sol.

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Valeu a pena, né não? :-D

A verdadeira razão  da minha passagem por Los Angeles se chama LA Lakers.

Estávamos em Los Angeles justo no final da temporada regular dos jogos da NBA, e conseguimos comprar ingressos para os 2 últimos jogos antes dos playoffs. Coincidência? Que nada. Tudo muito bem orquestrado, planejado e sonhado pelo namorado fã dos LA Lakers. Essa compra não foi nada fácil (nem barato), pois os Lakers têm uma grande torcida e já eram então um dos times favoritos para vencer o campeonato da NBA este ano (o que acabou acontecendo no dia 14 de junho).

A compra dos ingressos foi um capítulo bem interessante. Eles são vendidos na Ticketmaster (www.ticketmaster.com), mas muitas vezes já estão esgotados. Alguns torcedores costumam comprar os ingressos para toda a temporada, inclusive. São ingressos que variam de US$10,00 a US$1000,00, além, é claro, dos acentos que não têm preço (a eterna cadeira do Jack Nicholson, fã inveterado dos Lakers, por exemplo).

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Mas, então, como fazer? Apelar para o mercado paralelo, como em todo lugar. Mas para os jogos da NBA a coisa pode ser bem organizada. A própria Ticketmaster oferece a intermediação de tickets entre torcedores no link `ticketexchange’, no próprio site.  Lá, os detentores de ingressos podem anunciar seus tickets e qualquer um pode comprá-los, às vezes até com serviços extras, como estacionamento já incluso. É claro que cada um coloca o valor que acha que o ingresso vale… Achei bem interessante e seguro. Você compra com cartão de crédito, imprime em casa com o código de barras, leva no dia e pronto! Mas atenção, não são todos os cartões que são aceitos. No nosso caso, tivemos que apelar para uma pessoa nos EUA que comprasse para nós, pois o cadastro não aceitava nosso endereço no Brasil. Liguei pra Ticketmaster, e eles disseram que a venda é internacional e que qualquer um no mundo pode comprar. Deve ter sido um bug – assim esperamos…

Chegando ao Staples Center, já dá pra sentir o clima de festa. Balões enfeitam a fachada do estádio e um estúdio de transmissão ao vivo é montado do lado de fora, com a presença de lendas do basquete como comentaristas.

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No meio da confusão, todos querem tirar uma foto com Magic Johnson – ele, sempre em posição de ataque….

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Dentro do Staples Center, você pode comprar souvenirs do Lakers em quiosques espalhados pelo estádio ou em uma Mega loja oficial bem na entrada principal. Melhor comprar antes do jogo! No primeiro dia tentamos comprar na saída e estava muito cheia e já desfalcada de vários itens. No jogo seguinte, já fui comprar minha camiseta dos Lakers logo que cheguei (sim, acabei virando torcedora).

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Nunca imaginei que ia me divertir tanto em um jogo de basquete. Não sou muito chegada a esportes e só consigo ver qualquer partida sem cochilar se for jogo da copa do mundo – e não porque o jogo é interessante, e sim pela festa e barulho que geralmente as pessoas fazem. Mas o jogo é emocionante, rápido e conta com vários estímulos para a platéia não sossegar um minuto na cadeira.

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E comeeeeça o jogo!

É um espetáculo recheado de situações bem americanas, mesmo. Em intervalos, entram em ação as LakersGirls, as tais cheerleaders; pequenos e grandes prêmios são distribuídos pelos patrocinadores através de sorteios e ações nas quadras com torcedores; câmeras que projetam imagens nos telões centrais incentivam as pessoas que são filmadas na platéia a fazerem dancinhas (quanto mais esquisita, maior o barulho no estádio) ou focalizam  casais que devem se beijar ao aparecerem no telão; vídeos de jogadores em ações sociais da NBA, o NBA Cares, também são apresentados incentivando todos a “fazerem a sua parte”. Tudo muito dinâmico e com muita música.

Viva o merchandising!

LakerGirls em ação: Viva o merchandising!

Assistimos os jogos do Lakers contra o Memphis Grizzlies (ganhamos de 92 a 75) e contra o Utah Jazz ( vitória de 125 a 112). De volta pra casa, acompanhei os Playoffs e vibrei com os dois últimos jogos da temporada. E agora mal posso esperar pra Outubro chegar, quando tudo começa novamente…

Eu quase troquei o Getty Center por um passeio em uma das cidadezinhas próximas a LA. Estava achando a cidade muito feia e com atrações muito fúteis. Até as ligadas ao cinema, um tema que eu gosto, achei que eram muito ‘over’. Então pensei que o Getty ia acabar sendo uma furada também. Daí reservamos uma manhã para dar uma passadinha por lá, ver suas obras primas (lá você pode encontrar Monet, Renoir, Van Gogh, Cézanne) e dar o passeio por encerrado. Mas não foi isso que aconteceu.

Quando chegamos, descobrimos que o Getty Center é enorme. E lindo. E apaixonante. A arquitetura do lugar e seus jardins te convidam a passar o dia inteiro por lá. Ele tem um restaurante e uma cafeteria, mas você também pode levar um lanche para fazer um piquenique em seus jardins, se quiser.

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O Getty Center foi feito para não só abrigar excelentes atrações e obras de arte, mas também é uma obra-prima de arquitetura em si, além de ter projetos paisagísticos belíssimos. Acabei deixando todas as atrações do dia pra lá e só saí do Getty às 15h porque tínhamos um compromisso com hora marcada no centro de Los Angeles. Senão só sairia de lá quando anoitecesse, expulsa pela equipe da faxina, eheheh. E a gente nem deu sorte com o tempo, o dia estava nublado… se estivesse um lindo dia de sol, pegaríamos essa vista maravilhosa, que peguei emprestado da wikipedia:

The near 180 degree panoramic view of Los Angeles looking south from the Getty on an exceptionally clear day. The 405 freeway intersects the view

 As exposições do Getty são excelentes. Fiquei bastante impressionada com a de fotografia, algo novo pra mim. E, claro, me emocionei com Van Gogh. A fotografia não reproduz 0,1% do que a pintura representa, mas mesmo assim tirei foto deste e de outros quadros. Posso com isso ter uma lembrança do que senti ao ver os de verdade…

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O Getty Center foi criado a partir de J. Paul Getty, um magnata do petroleo de gosto refinado que aproveitou seu desejo de colecionar obras de arte para gentilmente compartilhar com todos nós mortais. Foi um dos casos em que o dinheiro em excesso foi muito bem aproveitado. Agora, o Getty Center ficou muito maior do que seu fundador pensava, e mesmo assim se auto-sustenta – tanto que antes da existência deste moderno conjunto de edificios, antes o Getty ficava no Getty Villa, em Malibu, antiga residência de Paul Getty.

Na Getty Villa eu não fui. Parece ser muito bonita, mas não senti falta.

 

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O conjuto do Getty Center não só é bonito, mas também é seguro: sua estrutura foi feita para suportar um terremoto de até 7,5 na escala Richter. Seu acesso é gratuito – você só paga se for de carro (US$10 o estacionamento).

Para saber mais, seguem os site abaixo. Recomendo acessar a wikipedia em inglês, que tem informações e imagens mais ricas:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Getty_Center

http://www.getty.edu/

http://en.wikipedia.org/wiki/Getty_Center#Museum.

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